segunda-feira, 26 de abril de 2010

Architecture'sCookbook: O Processo Arquitectónico

Architecture'sCookbook: O Processo Arquitectónico
Características diferenciadoras das geometrias do séc. XX
1. Estranhamento:a) da totalidade da obra;b) de uma parte da obra;c) do seu ornamento.2. Abstracção:a) aplicando uma lei geométrica própria do edifício;b) coexistindo várias leis num mesmo edifício, relacionadas por:b.1) sobreposição;b.2) volta / rotação;b.3) enviezamento;b.4) translacção;c) várias leis independentes num mesmo edifício.3. Fragmentação:a) utilização da geometria de orma parcial;b) eliminação de fragmentos da forma resultante;c) fragmentação complexa da forma.4. Desaparecimento de toda a lei geométrica.Como resposta a este tema foi-nos proposta a realização de um trabalho de pesquisa de uma obra arquitectónica para corresponder a cada um dos pontos destas características geométricas. Esse trabalho encontra-se publicado neste blogue denominado de "Características diferenciadoras das geometrias do séc. XX" e com data de publicação a 8 de Janeiro de 2008.


Arquétipo / Protótipo
Arquétipo: Modelo primeiro dos seres criados; considerado como protótipo ideal; padrão, o criador do Universo.O arquétipo mais perfeito é uma cabana primitiva:Construção da cabana:1. Montar - Nó - criar uma estrutura para criação do fogo;2. Modelar - Fogo - o espaço interior;3. Tecer - Grinalda - união de duas peças. Protótipo:Primeiro tipo; o modelo mais perfeito.Procura do protótipo:1. Forma arquitectónica;2. Modifica o entorno;3. Transmite sensações.


Mundo sem forma - O Informe
"Da fragmentação ao informe"
1. Mundo sem forma;2. Procura da quebra do limite;3. Ausência de limites;4. Constante mudança;5. Acção do tempo.
Formas do Informe:
1. Fraturas: Volumes rotos;
2.Distorções: Paisagens artificiais;
3. Encurvados: Organicismos descompostos.


História das formas: A procura da beleza
Neolítico
As formas vêm como consequência da utilização das ideias construtivas do sistema estrutural da cobertura.
Mesopotânia
Cúpula como modelo arquetipo da arquitectura mesopotâmica; utilização de métodos construtivos circulares.
Egipto
Ideia de simetria; atracção simples - pirâmide; capacidade de síntese.
Grécia
Templo como edifócio principal; procura da harmonia e beleza perfeitas através de proporções numéricas:
diapasão - geometria;
diapeste - aritmética;
diateserão - armónica.
Roma
1. Estudo geométrico da beleza;
2. Estudo harmónico da beleza;
Questões funcionais como objectivo; utilização da simetria.
Gótico
Interior/estrutura mostrado para o exterior.
Renascimento
Procura da beleza:
1. Proporção;
2. Relação com as partes;
3. Simetria;
4. Ordem.
Utilização de proporções numéricas/harmónicas para conseguir proporcionar à vista algo agradável.
"Teoria dos corpos simples" de Platão: Cinco corpos criam uma harmonia numérica

Mandamentos da forma arquitectónica de Peter Eisenman

Peter Eisenman exerceu duas actividades, como projectista e como investigador/teórico daquilo que significa a arquitectura, tendo sempre como base de estudo o movimento moderno na Europa e Le Corbusier. Considerou a geometria como geradora da ideia e que para compreender a arquitectura era necessário compreender a forma pura e seu processo (ponto – linha – plano – tempo).
Incluído no Movimento dos "Five" ("Poesia Racionalista"), juntamente com Michael Graves, Charles Gwathmey, John Hejduk e Richard Meier, tratava o objecto arquitectónico como uma escultura e o objecto formal com geometria própria. Procurou a pureza formal, ignorando os pontos do tetraedro arquitectónico, pois considerou que o movimento moderno não tem funcionalismo devido à falta de liberdade.
Utilizou o cubo como base estratégica do seu desenho, pois só através dos elementos puros (ponto; linha; plano) é que se conseguia entender totalmente a arquitectura.


A Geometria e Le Corbusier

No séc. XX a maneira de ver a arquitectura muda. Le Corbusier decide fazer uma busca para conhecer o Universo e tentar relacionar a arquitectura com as questões do Mundo, para o qual faz inúmeras viagens para conhecer e analisar a arquitectura. Estabelece uma ligação com Roma, e não percebe porque não se usa a geometria e a matemática nos projectos. Le Corbusier olha, analisa e tira as suas próprias conclusões:
Objectivos da Geometria
Utilitas - a geometria simplifica o processo de criação e a formalização da ideia em planta. A geometria ajuda e simplifica.
Firmitas - a geometria simplifica o processo de construção e permite a repetição dos conhecimentos.
Verustas - a geometria contribuiu para a descoberta da perspectiva e ao prazer visual da observação.
Em 1945 Le Corbusier cria "Le Modulor", fazendo mais uma vez do homem modelo para a arquitectura.
Este, com o apoio da secção áurea e da sequência de Fibonacci, faz com que o homem corresponda a cada parte geométrica, criando um modelo geométrico para a arquitectura utiliza com base num homem com 1,80m de altura (considerado como o homem ideal). Estabelece então duas séries geométricas: a série vermelha e a série azul.
Para Le Corbusier o urbanismo vem antes que a arquitectura.A geometria também foi um grande contributo para a projecção das suas obras a nível urbanístico.
Tomemos como exemplo o "Plan Voisin" idealizado por Corbusier para Paris em 1920:
O "Plan Voisin" visava atingir oito objectivos:

- tirar a densidade da cidade, cada parte da cidade tem a sua função;
- para projectar a nova cidade, Corbusier analisa como foi construída a cidade antiga;
- organização da cidade em conjunto com o que já estava feito;
- necessidade de urbanismo aliou-se à necessidade de geometria;
- planta da cidade divide as zonas numa trama em cruz;
- importância dada à utilização da geometria nos desenhos;
- em desenho, a linha do horizonte ficava sempre alinhada com o cimo das torres;

- evolução da viação trazia consigo também a evolução das perspectivas aéreas.


Factores da forma arquitectónica
1. Contexto - o local, a geografia, a história que envolve a obra.2. Função - função para a qual a obra se destina.3. Composição - processo de projecto, ordem na arquitectura, conceitos de escala e proporção.4. Construção - materialização da obra.

1.Contexto: cidade, necessidade de aproveitamento de espaço construção em altura
2. Função: comércio + habitação
3. Composição
4. Construção

A forma e a percepção
As formas criam percepções:
Horizontalidade
tranquilidade/repouso/estabilidade
Verticalidade
grandiosidade/dimensão/crescimento/instabilidade
Linha recta
racionalidade/rigidez
Linha curva
dinamismo
Cubo
rigidez/estabilidade/igualdade
Círculo
equilíbrio/união
Esfera
beleza/pureza


A forma na arquitectura
Para construir necessitamos da geometria, das formas básicas para depois as complexar.Formas:
Shape – Como? (qualquer materialização)
Form – O quê? (forma como objecto)
Form - é igual, porque se trata de duas coberturasShape - é diferente, porque se tratam de duas formas/estilos diferentesAs formas (shape) transmitem estilos, os quais transmitem diferentes mensagens.

O Processo Arquitectónico
Processo – Acção para continuar um série de coisas que não têm fim.O processo arquitectónico é um processo dinâmico, está sempre a desenvolver-se para encontrar uma solução para o problema inicial.Processo de idealização – Fase de processo onde se geram ideias para a resolução do problema/necessidade que nos leva à concepção da obra (pensamento abstracto).

Processo de formalização – Passo fundamental do processo arquitectónico; as ideias já se distinguem como formas arquitectónicas.
Processo de projecto – tradução das ideias e das formas para o processo arquitectónico. Representações com escalas e proporção.
Processo de materialização - Dá-se a construção da obra arquitectónica.
Estes pontos de desenvolvimento podem-se traduzir de outra forma, como o “ porquê?”, “O quê?” e “Como?”1. Porquê? - Ideia - Instituição2. O quê? - Necessidade - Abrigo/Protecção3. Como? - Resposta - Arquitectura/Espaços
Ideia – Forma – Projecto

A ideia na Arquitectura
O tetraedro arquitectónico
A ideia que fica na base da concepção de uma obra arquitectónica surge maioritariamente de um dos vértices deste tetraedro, mas ao longo do seu processo arquitectónico este vai ter que dar resposta aos outros três.
Podemos tomar como exemplo o projecto para um auto-silo para Lisboa do Atelier de Santos:
Útil: ideia inicial; numa cidade com tao grande densidade populacional é necessário o maior aproveitamento de espaço possível, daí a criação de lugares de estacionamento inclinado, o que oferece 25% de aproveitamento de espaço;
Verdadeiro: o silo automóvel tem uma estrutura montável/desmontável que permite o aumento do silo em altura conforme as necessidades;
Adequado: o silo automóvel é uma opção ideal para uma cidaded como a de Lisboa em que é necessária de todo a maior poupança de espaço possóvel
Belo: o silo pode-se adequar no belo também devido às suas formas inovadoras que pôe de parte qualquer silo automóvel projectado até hoje.
Durante a evolução da arquitectura foi havendo sempre um vértice do tetraedro mais utilizado em cada época: a função foi desde os tempos mais remotos, o vértice que serviu de base à ideia arquitectónica.No entanto, no séc. XIX dá-se uma mudança, pois o lugar ganha uma importância predominante na concepção da ideia.Com a chegada do séc. XX e a necessidade de reconstrução da 1ª Grande Guerra, o útil acaba por ganhar maior importância. Agora, no séc. XXI, não existe um vértice base para a concepção arquitectónica, neste momento o arquitecto é livre de o eleger segundo as necessidades que o levam à concepção da obra arquitectónica.
Para este tema, foi-nos proposta a realização de um trabalho prático, no qual tínhamos que encontrar 4 obras arquitectónicas e colocá-las o mais convenientemente possível no tetraedro arquitectónico para o qual decidi-mos limitar a nossa base de pesquisa a obras arquitectónicas de novos arquitectos portugueses. (este trabalho encontra-se postado neste blogue intitulado “Expeting the Cherry!”)


Teoria das ideias de Platão
Segundo Platão a ideia na arquitectura não pode ser explicada (pelo menos não num princípio prévio, só quando se vive com a arte é que conseguimos relacionar as ideias e as formas e chegar a uma verdade), logo não se consegue explicar a arquitectura. Mas para dar forma à arquitectura, Platão considera que é preciso ficar com a ideia base até ao fim da concepção arquitectónica, pois esta vem dar resposta a um problema prévio, mas também tem que ser controlada pelo arquitecto, pois tem vida própria, e pode-o levar a infinitas formas diferentes.Com isto Platão divide o processo arquitectónico em dois mundos: o mundo das ideias (Arkhe), dos sonhos, da origem da arquitectura; e o mundo da realidade (Thielos), das formas, da materialização.Dá-se o inicio do conceito da ideia.

Biografia:
engenheiro e designer francês, mais conhecido por a torre em Paris que leva seu nome. Ele pertencia a uma família de artesãos e comerciantes parisiense de madeira e carvão. Depois de estudar na Royal Lycée de Dijon, e depois no Collège Sainte-Barbe, em Paris, em 1855, graduou-se pela Ecole Centrale des Arts et Manufactures e se juntou a uma empresa que os motores a vapor fabricados, ferramentas e outros produtos . Em 1858, a empresa recebeu um contrato para construir uma ponte de ferro em Bordeaux. Eiffel foi nomeado para supervisionar a construção, e fez tanto sucesso que em 1866 fundou sua própria empresa e rapidamente se tornou famosa por suas estruturas de metal. A partir de 1872 começou a atrair contratos estrangeiros, e em 1877 construiu uma ponte sobre o rio Douro, em Portugal, que consistia de um arco de aço única de 160 m de altura. Eiffel interesse não era apenas comercial, sua obra combinou uma habilidade única, com design elegante, como visto na Garabit viaduto da França, que por um tempo foi a ponte mais alta do mundo. Em 1884, a fábrica ficou famosa em todo o mundo. Derreteu a gigantesca estátua da Liberdade Iluminando o Mundo de Auguste Bartholdi, abriu em Nova York em 1886. Pouco tempo depois ele começou a trabalhar em seu maior projeto, a Torre Eiffel, que terminou para a Exposição Universal de 1889. A torre imponente, com suas 6.300 toneladas de ferro forjado em 18.000 peças por 2.500.000 rebites, tem uma altura de 300 m. Até hoje ainda domina o horizonte de Paris. No início de 1890, Eiffel deixou gestão diária do seu negócio e deixar-se ser absorvido pela nova ciência da aerodinâmica, o que contribuiu em medida significativa.

sistema

Sistemas de profundidade: fim do século XX
1.Concepção dinâmica do espaço (espaço concebido como se estivesse em movimento e é construído como se fosse uma fotografia congelada);
2.Sensação ou procura de não gravidade (a arquitectura não está ligada ao chão, mas sim a “flutuar” sobre nós);
3.Concepção continuamente cambiante (cada projecto é uma resposta determinada ao tempo e momento que estamos a viver). p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal {margin-top:0cm;margin-right:0cm;margin-bottom:10.0pt;margin-left:0cm;line-height:115%;font-size:11.0pt;font-family:'Calibri','sans-serif';} .MsoChpDefault {;} .MsoPapDefault {margin-bottom:10.0pt;line-height:115%;} @page Section1 {size:612.0pt 792.0pt;margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm;} div.Section1 {page:Section1;}
Exemplo do Restaurante Monsoon em Sapporo de Zaha Hadid 1990
Formas que parecem estar a mover-se.
Ideia de movimento, profundidade e dinamismo.
Planta exterior muito agressiva, onde as formas são como que umas facas a dividir o espaço. E na segunda planta com elementos diferentes do rés-do-chão, com elementos mais fluidos, mais cómodos.
Elemento principal que quebra o espaço que é o elemento do projecto. Espiral suspensa no centro do espaço que quebra as duas plantas.
Clarabóia que dá luz no interior do espaço e flui pela espiral como se fosse uma casca de laranja que liga os dois andares. Dando assim aos dois espaços, dinamismo e luz. Dinamismo este, que dá a percepção do espaço. p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal {margin-top:0cm;margin-right:0cm;margin-bottom:10.0pt;margin-left:0cm;line-height:115%;font-size:11.0pt;font-family:'Calibri','sans-serif';} .MsoChpDefault {;} .MsoPapDefault {margin-bottom:10.0pt;line-height:115%;} @page Section1 {size:612.0pt 792.0pt;margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm;} div.Section1 {page:Section1;}
Exemplo da Villa Na Haya de Zaha Hadid 1991
Proposta para dar nova ideia de percepção.
A casa esta criada por uma laje que tem uma casca que cresce e cria todos os espaços interiores da casa (espaço fluido e dinâmico no interior).
Existem gestos dinâmicos. Percepção dinâmica através do nosso percurso (a laje para ser percorrida).
Dinamismo não controlado, pois existem buracos que são deixados como parte interior do cubo que dão percepções diagonais.
O volume no exterior é quase um cubo. Existe uma intenção para deixar mostrar o que acontece no interior (a laje sai para fora da caixa), isto é, dentro do edifício através de uma parede envidraçada e a estrutura sai para fora da forma cúbica.
Existindo assim um movimento num elemento que é estável. p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal {margin-top:0cm;margin-right:0cm;margin-bottom:10.0pt;margin-left:0cm;line-height:115%;font-size:11.0pt;font-family:'Calibri','sans-serif';} .MsoChpDefault {;} .MsoPapDefault {margin-bottom:10.0pt;line-height:115%;} @page Section1 {size:612.0pt 792.0pt;margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm;} div.Section1 {page:Section1;}
Exemplo da Villa Mobius em Het Gooi do grupo UN Studio Bem van Berkel – Caroline Bos 1991
Existe um dinamismo externo com relação com o exterior. E, existe um dinamismo interno para ser percebido através de um movimento fluido.
O nome do edifício provém de uma obra de Escher, denominada “O anel de moebius”, onde é um infinito, e por mais que as formigas caminhem nunca vão chegar a lado nenhum. Assim, comparado a este anel, o grupo faz uma comparação da vida dos habitantes da casa, e toda a casa se vai desenvolver segundo este princípio viver-dormir-trabalhar, isto é, é a ideia linear da vida que cria o espaço interior da casa (como está representado acima na imagem).
Ligação de percepção dinâmica com o terreno exterior (existe um diálogo com o entorno). p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal {margin-top:0cm;margin-right:0cm;margin-bottom:10.0pt;margin-left:0cm;line-height:115%;font-size:11.0pt;font-family:'Calibri','sans-serif';} .MsoChpDefault {;} .MsoPapDefault {margin-bottom:10.0pt;line-height:115%;} @page Section1 {size:612.0pt 792.0pt;margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm;} div.Section1 {page:Section1;}
Exemplo do Terminal de Yokohama do grupo de arquitectos FOA
Edifício como uma raia gigante, onde se estão a abrir buracos na pele da raia. As ondas na cobertura confundem-se com as ondas do mar.
Não é pensado do exterior para o interior mas do interior para o exterior.
Não interessa o objecto final, mas sim a ideia inicial que foi mantida de fluxo. Tudo é estrutural, porque tudo é espaço (não existem pilares).
Existe uma comparação com a Villa Savoye de Le Corbusier, onde não existe um fim de um percurso, pois podia continuar o percurso.
A criação de novos espaços: O Espaço Plano (podemos criar espaços que não são reais – espaço plano)
Espaço Plano
1.Espaço Quadro (apanhar todas as sobreposições e colocá-las num quadro/plano) p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal {margin-top:0cm;margin-right:0cm;margin-bottom:10.0pt;margin-left:0cm;line-height:115%;font-size:11.0pt;font-family:'Calibri','sans-serif';} span.blsp-spelling-corrected {;} span.blsp-spelling-error {;} .MsoChpDefault {;} .MsoPapDefault {margin-bottom:10.0pt;line-height:115%;} @page Section1 {size:612.0pt 792.0pt;margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm;} div.Section1 {page:Section1;}
Exemplo do filme “En construccion” de José Luis Guerín 2000
"Lo excepcional vive en lo cotidiano. Si estás habitando un espacio durante un año y pico, es imposible que no encuentres sorpresas, como esa nevada que cayó sobre Barcelona... La realidad nunca te decepciona".
José Luis Guerín (sobre el rodaje de En construcción)
A fotografia é um pedaço de realidade que seja um quadro artístico.
O exemplo da imagem do hotel, que está longe das torres, ou então são as torres que estão longe do hotel.
2.Espaço Marco (janela para ver a realidade, mas também compreendemos o que não vemos) p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal {margin-top:0cm;margin-right:0cm;margin-bottom:10.0pt;margin-left:0cm;line-height:115%;font-size:11.0pt;font-family:'Calibri','sans-serif';} .MsoChpDefault {;} .MsoPapDefault {margin-bottom:10.0pt;line-height:115%;} @page Section1 {size:612.0pt 792.0pt;margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm;} div.Section1 {page:Section1;}
Exemplo da obra “As meninas” de Velazquez, D. 1656
Estamos a olhar esta situação como se fossemos o pintor.
Existem dois espelhos ao fundo, um espelho mostra o pintor a pintar as meninas e o outro mostra quem está atrás de nós (pintor) e nós estamos a vê-los.
3.Espaço Projecção (desaparecimento de todos os limites de espaço)